terça-feira, 2 de setembro de 2014

PF faz busca e apreensão na prefeitura de Parauapebas

A Polícia Federal faz, nesta terça-feira (02), uma operação para busca e apreensão de documentos na Prefeitura de Parauapebas. Segundo as primeiras informações, trata-se de uma investigação para apurar supostas irregularidades em uma licitação ocorrida em 2013 que visava a contratação de transporte escolar para os alunos da rede pública municipal de Parauapebas, ainda nos primeiros meses do governo Valmir Mariano, quando a secretária de educação era Francisca Ciza.
Os agentes recolheram alguns documentos na Semed e na Comissão de Licitação do município.
Em nota a Prefeitura de Parauapebas explicou que a ação da Polícia Federal, ocorrida no prédio do órgão, cumpriu diligência referente ao processo de nº 5008-36.2014.4.01.3901, cujo objeto é a locação de transporte escolar do primeiro quadrimestre de 2013.
A administração pública ressaltou que todas as solicitações feitas pelo Ministério Público Federal referentes a este processo foram atendidas.

Dr. Fonseca aparece em pesquisa eleitoral realizada na Região Metropolitana

O instituto “iVeiga Consultoria e Pesquisa”, dirigido pelo cientista político Edir Veiga, realizou a sua primeira pesquisa eleitoral desde o início oficial da campanha de 2014.

Realizada no período de 28 a 30 de agosto, na Região Metropolitana de Belém, tendo como campos os municípios de Belém, Marituba, Ananindeua e Santa Bárbara, o “iVeiga” mediu a intenção de votos das candidaturas majoritárias e proporcionais.

Um aspecto importante na pesquisa refere-se ao nome do candidato a Deputado Estadual que polariza a disputa em São Miguel do Guama, Dr. Fonseca é o único citado com 0,3%  na espontânea. Os outros candidatos, como Pio X, F.Alves e Junior Lira não são citados na Região Metropolitana.

CANDIDATO
%
Coronel Neil
4,1
Eliel Faustino
1,7
Rui Begot
1,6
Cassio Andrade
1,4
Nilce
1,1
Nilton Neves
1,1
Ademar
1,0
Divino
1,0
Junior
0,9
Zé Francisco
0,9
Zé Begot
0,8
Ana Cunha
0,7
Martinho Carmona
0,6
Marinor Brito
0,6
Celso Sabino
0,6
Chicão
0,5
Prof Elias
0,5
Scaff
0,5
Raimundo Santos
0,4
Bruno e Trio
0,4
Gordo de Marituba
0,4
Dr Wanderlan
0,4
Bordalo
0,4
Luzineide Faria
0,4
Soldado Tercio
0,3
Dr Chiquinho
0,3
Gildo
0,3
Cilene Couto
0,3
Regina Barata
0,3
Thiago Araujo
0,3
Dr Fonseca
0,3
Ursula Vidal
0,2
Rildo Pessoa
0,2
Ademir Pombo
0,2
Fabio Paixão
0,2
Sidney Rosa
0,2
Roberto Rocha
0,2
Nino Martelinho de Ouro
0,2
Mazinho Salomão
0,2
João Santiago
0,2
J Pina
0,2
Adelson Fernandes
0,1
Miro Sanova
0,1
Everaldo
0,1
Bruce
0,1
Sandra
0,1
Raimundo Parque
0,1
Marquinho
0,1
Ricardo Barreto
0,1
Marcão Lemos
0,1
Wilson Mourão
0,1
Fernando Coimbra
0,1
Dr Mauro Maues
0,1
Azul
0,1
Irmão da Silva
0,1
Fernando Carneiro
0,1
Olival Marques
0,1
Milton Campos
0,1
Igor Normando
0,1
Catarino
0,1
Branco/Nulo
2,9
Não sabe / Não opinou
69,8

sábado, 30 de agosto de 2014

São Miguel do Guama não pediu tropas federais para as Eleições

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) intensifica os preparativos de segurança para estas eleições. Para o primeiro turno, 56 municípios paraenses solicitaram reforço das tropas federais para as áreas de segurança e logística. O pedido foi encaminhado com base no planejamento elaborado junto com o Governo do Estado e ainda deve ser submetido para aprovação do plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No próximo dia 4, a Corte Eleitoral faz mais uma reunião com os representantes dos órgãos de segurança para definir as estratégias para garantir a tranquilidade no dia de votação.
Os municípios que solicitaram reforço na segurança são: Cachoeira do Arari, Santa Cruz do Arari, Itaituba, Aveiro, Redenção, Pau D’Arco, Igarapé Miri, Santo Antonio do Tauá, Curuçá, Terra Alta, Breves, Bagre, Afuá, Chaves, Altamira, Vitória do Xingu, Brasil Novo, Monte Alegre, Conceição do Araguaia, Floresta do Araguaia, Santa Maria das Barreiras, Trairão, Oriximiná, Tucuruí, Ourém, Santa Luzia do Pará, Paragominas, Oeiras do Pará, São Sebastião da Boa Vista, Mãe do Rio, Ipixuna do Pará, Aurora do Pará, São Domingos do Capim, Augusto Correa, São Felix do Xingu, Brejo Grande do Araguaia, Cumaru do Norte, Curionópolis, Eldorado de Carajás, Melgaço, Marabá, Bom Jesus do Tocantins, Novo Repartimento, Jacareacanga, Jacundá, Tucumã, Ourilândia do Norte, Anapu, Garrafão do Norte, Nova Esperança do Piriá, Porto de Moz, Curralinho, Concórdia do Pará, Gurupá, Anajás e Tailândia.
A lista de municípios foi elaborada considerando o pedido inicial feito pelas Zonas Eleitorais e que depois foram encaminhados para o núcleo de inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Estado (Segup) para serem incorporados ao planejamento estratégico traçado pelo Estado.
É o TSE quem dá a palavra final sobre a quantidade e quais municípios terão cobertura das tropas federais no país. Porém, o chefe do setor de segurança do TRE, Jorge Monteiro, assegura que independentemente de quantos homens forem enviados para o Estado, todos os municípios paraenses terão a segurança reforçada no dia das eleições. “Onde não houver cobertura das tropas federais, será reforçado o contingente da Polícia Militar. Nenhum município ficará descoberto”, afirmou.
Nas eleições de 2008, 12 mil homens fizeram a segurança das eleições. Nas últimas eleições gerais, de 2010, foram em torno de 8 mil. “Tradicionalmente a eleição municipal é mais acirrada, enquanto que as eleições gerais, como agora, costumam ser mais tranquilas, com menos incidentes. O que não quer dizer que podemos descuidar. Estamos preparados”, afirmou.
Ele explica que desde julho o TRE já vem dialogando com os órgãos de segurança sobre a organização das eleições. Ritmo que deve se intensificar a partir de agora. Para esta reunião que será realizada no dia 4, às 14 horas, no prédio-sede do TRE foram convidados representantes da Segup, Exército, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Policia Militar, Corpo de Bombeiros, Detran, Semob e Guarda Municipal.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Contratação sem concurso é nula e só gera direito a salários e FGTS

O Plenário do Supremo Tribunal Federal, em julgamento de Recurso Extraordinário (RE 705140) com repercussão geral reconhecida, firmou a tese de que as contratações sem concurso pela administração pública não geram quaisquer efeitos jurídicos válidos a não ser o direito à percepção dos salários do período trabalhado e ao levantamento dos depósitos efetuados no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Por unanimidade, o Plenário negou provimento ao recurso, interposto contra decisão no mesmo sentido do Tribunal Superior do Trabalho (TST). O presidente eleito do STF, ministro Ricardo Lewandowski, destacou que o julgamento afeta pelo menos 432 casos sobre a mesma matéria sobrestados no TST e nas instâncias inferiores.
Na decisão questionada no RE 705140, o TST restringiu as verbas devidas a uma ex-empregada da Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (Febem) do Rio Grande do Sul, contratada sem concurso, ao pagamento do equivalente ao depósito do FGTS, sem a multa de 40% anteriormente reconhecida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região. A decisão seguiu a jurisprudência do TST, contida na Súmula 363 daquela Corte.
Ao recorrer ao STF, a trabalhadora alegava que tal entendimento violava o artigo 37, parágrafo 2º, da Constituição Federal. Segundo ela, a supressão dos efeitos trabalhistas nas contratações sem concurso não pode ser imposta com base nesse dispositivo, “que nada dispõe a respeito”. Sustentava, ainda, que o parágrafo 6º do mesmo artigo impõe à Administração Pública a responsabilidade pelo ilícito a que deu causa, ao promover a contratação ilegítima, e, por isso, pleiteava o direito à integralidade das verbas rescisórias devidas aos empregados contratados pelo regime da CLT.
Relator
O ministro Teori Zavascki, relator do recurso, observou que o artigo 37, parágrafo 2º, da Constituição, “é uma referência normativa que não pode ser ignorada” na avaliação dos efeitos das relações estabelecidas entre a Administração Pública e os prestadores de serviço contratados ilegitimamente. “Nas múltiplas ocasiões em se manifestou sobre o tema, o STF assentou que a Constituição reprova severamente os recrutamentos feitos à margem do concurso”, afirmou.
O ministro explicou que o dispositivo constitucional atribui às contratações sem concurso “uma espécie de nulidade jurídica qualificada”, cuja consequência é não só o desfazimento imediato da relação, mas também a punição da autoridade responsável. “Daí afirmar-se que o dispositivo impõe a ascendência do concurso no cenário do direito público brasileiro, cuja prevalência é garantida mesmo diante de interesses de valor social considerável, como aqueles protegidos pelas verbas rescisórias nos contratos por tempo indeterminado, considerado inexigíveis em face da nulidade do pacto celebrado contra a Constituição”, assinalou.
O único efeito jurídico válido, nessas circunstâncias, é o direito aos salários correspondentes aos serviços efetivamente prestados e a possibilidade de recebimento dos valores depositados na conta vinculada do trabalhador no FGTS. Este último, inclusive, só passou a ser admitido após a introdução, em 2001, do artigo 19-A na Lei 8.036/1990, que regulamenta o FGTS, contendo previsão expressa nesse sentido.
“Ainda que o levantamento do FGTS esteja previsto em lei específica, a censura que o ordenamento constitucional levanta contra a contratação sem concurso é tão ostensiva que essa norma [artigo 19-A da Lei 8.306] chegou a ter sua inconstitucionalidade reconhecida por cinco dos 11 ministros do STF no julgamento do RE 596478”, lembrou o ministro Teori. Ele citou ainda diversos precedentes das Turmas do STF no sentido de negar o direito a outras verbas rescisórias típicas do contrato de trabalho, ainda que a título de indenização.
“Na verdade, o alegado prejuízo do trabalhador contratado sem concurso não constitui dano juridicamente indenizável”, afirmou. “Embora decorrente de ato imputável à administração, se trata de contratação manifestamente contrária à expressa e clara norma constitucional, cuja força normativa alcança também a parte contratada, e cujo sentido e alcance não poderia ser por ela ignorada”. Segundo o ministro, o reconhecimento do direito a salários afasta, ainda, a alegação de enriquecimento ilícito por parte da Administração.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Evangélicos turbinam projeto da 'terceira via'

Se o 2.º turno da eleição fosse hoje, Marina Silva (PSB) seria eleita presidente graças, sobretudo, ao voto dos eleitores evangélicos. É o que revela a pesquisa Ibope divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Há empate técnico entre Marina e Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, entre os católicos: 42% a 40%, respectivamente, na simulação de 2.º turno. A diferença de dois pontos está dentro da margem de erro. Ou seja, apesar de serem o maior contingente do eleitorado (63%), os católicos teriam impacto quase insignificante no resultado da eleição, pois dilmistas católicos anulariam marinistas da mesma fé.
O voto decisivo seria dos evangélicos. Com 22% do eleitorado, eles têm praticamente o dobro de preferência por Marina. Na média, 53% dos eleitores pentecostais, de missão e de outras denominações evangélicas declaram voto na candidata do PSB, ante apenas 27% que dizem preferir a atual presidente.
Os 15% de eleitores que não são católicos nem evangélicos (ateus, agnósticos, outras religiões) também pendem mais para o lado de Marina. Mas, além de terem um peso menor, a distância que separa Dilma da sua principal adversária é menor entre eles: 27% a 45%. É um grupo heterogêneo e, entre eles, não há líderes com a influência de pastores e bispos entre os evangélicos.
Não é novidade a preferência do eleitorado evangélico por Marina. Em 2010, Dilma não venceu no 1.º turno por causa de campanha movida por pastores e seguida por padres. O motivo: a hipotética defesa da legalização do aborto pela petista. A maior parte dos eleitores que abandonaram Dilma migrou para Marina, dobrando seu eleitorado na reta final.
Dilma negou defender o aborto, mas não adiantou. Só foi recuperar parte dos eleitores evangélicos quando se revelou que a mulher de seu adversário no 2.º turno, José Serra (PSDB), fizera um aborto quando jovem.
O eleitor evangélico sempre desconfiou da presidente. Em maio, uma nova onda tomou a internet quando o governo Dilma regulamentou a execução de abortos autorizados pela lei (casos de estupro, por exemplo) na rede de hospitais públicos do SUS. A reação foi tão grande que o governo voltou atrás.
A intenção de voto em Dilma entre os evangélicos cai desde então. Era 39% em maio, é 27% agora. Entre os católicos, no mesmo período, a intenção de voto na presidente oscilou muito menos, de 42% para 39%.
Já a entrada de Marina na corrida eleitoral provocou uma revolução no eleitorado evangélico. No começo de agosto, Eduardo Campos, então candidato do PSB, tinha 8% de intenções de voto entre eleitores dessa fé - a mesma taxa do Pastor Everaldo (PSC). Marina já entrou com 37%, abrindo uma vantagem de 10 pontos sobre Dilma.
O impacto foi tão grande que pulverizou as intenções de voto no até então mais notável candidato evangélico. O pastor caiu de 3% para 1% no eleitorado total, e de 8% para 3% entre evangélicos. Everaldo é líder religioso e tem o apoio de outros pastores, como Silas Malafaia.
Em nenhum outro segmento do eleitorado Marina tem uma vantagem tão grande sobre Dilma do que entre os evangélicos. Nem entre os jovens, nem no Sudeste, nem entre os mais escolarizados, nem entre os mais ricos. Isso não significa que a maioria dos eleitores de Marina seja evangélica - tem 56% de católicos. Mas Marina está abaixo da média nesse segmento, e fica sete pontos acima entre os evangélicos.
A candidata do PSB trocou a Igreja Católica pela Assembleia de Deus em 1997. Ela costuma evitar a mistura religião e política no seu discurso, mas às vezes derrapa. Questionada no Jornal Nacional sobre seu fraco desempenho eleitoral no Estado de origem, o Acre, Marina disse: "Ninguém é profeta em sua própria terra". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Éder Mauro, Edmilson e Elcione lideram na RMB

O delegado Éder Mauro (PSD), candidato a deputado federal, desponta como o novo fenômeno de voto nas eleições 2014.
É o que indica a pesquisa da Doxa realizada na RMB (Região Metropolitana de Belém).
A pesquisa foi aplicada de forma espontânea, em que não se apresenta nenhum nome aos entrevistados. Eder Mauro se destaca em primeiro lugar com 16,5% das intenções de voto.
O segundo colocado é o deputado estadual Edmilson Rodrigues (PSOL), com 9,4%. A deputada federal Elcione Barbalho (PMDB) aparece em terceiro lugar com 5,1%.

Presidente Dilma veta novamente criação de municípios

A presidente Dilma Rousseff vetou ontem (27), novamente e integralmente, o projeto de lei que estabelecia regras para que os estados criassem, incorporassem, fundissem ou desmembrassem municípios.

Projeto com a mesma finalidade já houvera sido vetado no final do ano passado, sob a alegação de que se criavam despesas sem as respectivas fontes das receitas, o que é uma falácia, pois as despesas não são a cargo direto da União e sim da Federação, não tendo, portanto, repercussão direta no orçamento geral daquela.

Na verdade, há uma intelligentsia palaciana que comunga da escola que ensina que a criação de novas unidades federativas causa prejuízos políticos financeiros às unidades originais, o que é uma idiotice, pois generaliza particularidades que esse segundo projeto de lei sistematiza. O veto, portanto, é puramente escolástico.

Os parlamentares acusam a presidente Dilma de quebrar um compromisso feito após o primeiro veto. Esse compromisso de fato houve: o Congresso não derrubaria o veto e o governo ajudaria na elaboração de um novo projeto que fosse restritivo, o que foi feito, tanto que pelo projeto ontem vetado apenas cerca de 200 municípios teriam chances de ser criados em todo o Brasil, contra cerca de 700 que possibilitava o primeiro.

Sem explicação alguma, os parlamentares foram surpreendidos pelo veto e oxidaram a fala: afirmam que não mais aceitarão propostas de acordos e derrubarão o veto da presidente.

Parece que os pareceristas da presidente nunca leram Brian Tracy e encostaram-lhe o caráter que, segundo o citado, “é a habilidade de manter uma resolução muito depois que a emoção com a qual foi tomada ter passado”.

É o tal “fui pego pela palavra”, que uma vez dada, não mais lhe pertence, mas ao interlocutor que a recebeu, e isso não é para quem pode, mas para quem quer.

Blog do Parsifal

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Tigrão vai ter que devolver mais de 50 milhões de Reais ao Município


As contas com parecer de reprovação enviadas pelo Tribunal de Contas do Município à Câmara Municipal de São Miguel, referentes à cobrança realizada pela devolução de mais de 50 milhões de reais do Ex Prefeito Vildemar Rosa Fernandes foram encaminhadas hoje ao Ministério Público, acompanhando o parecer de reprovação.

O Vereador Andrey mostrou-se indignado com alguns parlamentares integrantes da Comissão de Finanças, pois em (60) sessenta dias com as contas em seu poder nada fizeram, ocorreu um verdadeiro “embargo de gaveta” para beneficiar um “sujeito” que deve devolver quantias milionárias a municipalidade.

O parlamentar em epigrafe argüiu “questão de ordem” no sentido de que o relatório proferido pela Comissão de Finanças não fosse votado, uma vez que ocorrera extrapolação de prazos, ou seja, a Comissão teve 60 dias para tomar providências e nada fez, diga-se de passagem, só se reuniram por que eu (Andrey Monteiro) quando assumi interinamente a Presidência da Câmara expedi memorando para o Presidente da Comissão cobrando explicações, caso contrário as contas ainda estariam dormitando nesta Casa.

Do lado oposto, Raimundo do Miteco, Chagas e Junior Lira defendiam uma prorrogação de prazo, por mais (60) sessenta dias, beneficiando assim as pretensões de Vildemar Rosa Fernandes, todavia, Andrey Monteiro em sua replica desconstituiu a tese, argumentando que não havia previsão legal para prorrogação de prazos, disse também que o regimento interno é taxativo em 60 dias e que nesse tempo a Comissão nada fez, assim sendo, alem de ser ilegal é imoral a pretensão ora defendida pelos três vereadores.

Ante ao exposto, a tese defendida pelo Vereador Andrey Monteiro foi colocada em votação concomitantemente com a chegada da equipe de TV do SBT que acompanhou a sessão e nesse momento algo inédito aconteceu, os Vereadores que defendiam a tese da prorrogação de prazo imediatamente ao perceberem a chegada da imprensa, mudaram seus votos e acompanharam o Vereador Andrey que obteve uma vitoria astronômica de 13 x 0 na votação.  



Grande Expediente

Após a votação, o Vereador Andrey Monteiro desabafou na tribuna e disse “não esperem nada da Câmara”, deveríamos ter feito nosso trabalho de maneira simples e nada foi feito, deixaram extrapolar o prazo na “cara dura” para beneficiar todos, menos a população, Andrey Continuou em tom irônico e disparou “algo inédito ocorreu hoje nesta casa, em um passe de mágica aqueles que queriam beneficiar o tigrão mudaram de idéia graças a chegada do SBT”.

Por fim Andrey agradeceu o serviço prestado pelo jovem repórter Esmael Teixeira e disse “se você não tivesse chegado, não haveria votação unânime nessa casa a meu favor, só votaram com medo da mídia e da repercussão, mostre toda a verdade ao povo aduziu o parlamentar que deixou o plenário em forma de protesto.”.

Dep. Federal


terça-feira, 26 de agosto de 2014

Ibope: Dilma tem 34%; Marina, 29%; Aécio, 19%

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (26) mostra a ex-senadora Marina Silva (PSB) em segundo lugar na corrida presidencial, com 29% das intenções de voto.

É a primeira pesquisa que o instituto faz depois da morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos e da definição de Marina como candidata a presidente pelo partido. Também é o primeiro levantamento feito após o início do horário eleitoral gratuito na TV e no rádio.
Os candidatos fazem hoje o primeiro debate presidencial. O encontro acontecerá às 22h, na Band.
A presidente Dilma Rousseff (PT), que busca a reeleição, lidera a disputa, com 34%. O senador Aécio Neves (MG), candidato pelo PSDB, caiu do segundo para o terceiro lugar e tem 19%. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
O resultado reforça a tendência verificada pela pesquisa Datafolha divulgada em 18 de agosto. No levantamento da semana passada, Marina já aparecia numericamente à frente de Aécio, com 21% contra 20%, mas havia empate técnico entre os dois, levando em consideração a margem de erro. Agora, a ex-senadora está com vantagem de dez pontos percentuais sobre Aécio e somente cinco pontos abaixo de Dilma.


Percentual de famílias endividadas é maior desde 2013

A parcela de brasileiros endividados cresceu em agosto, alcançando o maior patamar desde julho de 2013.Ela foi de 63% em julho para 63,6% este mês, segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor feita pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). O número também foi maior do que no mesmo mês do ano passado, quando 63,1% da população tinha dívidas. Este foi o primeiro aumento neste indicador desde fevereiro de 2014.
Outro índice que aumentou foi o das pessoas com dívidas ou contas atrasadas, que avançou após três meses de quedas consecutivas. Em julho, ele era de 18,9%, em agosto, 19,2%. Porém, o quadro é melhor do em agosto do ano passado. Na época, 21,8% de brasileiros tinham dívidas em atraso.
Houve melhora também no percentual de pessoas que não têm condições de pagar suas dívidas. Em julho deste ano, elas eram 6,6% da população. Em agosto, eram 6,5% em agosto. Na comparação anual, o índice foi de 7% em 2013 para 6,5% em 2014.
A inadimplência no grupo dos que ganham mais de dez salários mínimos avançou tanto na comparação com 2013 (de 54,7% para 57,6%) quanto em relação ao mês anterior (de 57% em julho para 57,6% em agosto).
Por outro lado, a parcela de inadimplentes dentro do grupo que recebe até dez salários mínimos ficou estável em relação a 2013 (64,8%), mas cresceu em julho contra agosto (de 64,3% para 64,8%).
O cartão de crédito foi apontado por 75,8% das famílias como seu principal tipos de dívida. Em segundo lugar ficaram os carnês, para 17% dos entrevistados, e o financiamento de carro ficou com em terceiro, com 13,4%.
— Apesar da moderação na concessão de crédito e também na demanda, algumas modalidades ainda apresentam crescimento, fazendo com que as famílias se endividem. É o caso do financiamento imobiliário. Ao longo dos últimos anos tem subido a importância dele, principalmente para a faixa de renda superior a dez salários mínimos — explica Marianne Hanson, economista da CNC.
Segundo Marianne, o crédito imobiliário foi considerado o principal tipo de dívida para 15,7% das famílias com renda de mais de dez salários mínimos, e por 5,5% das famílias que ganham menos. No quadro geral, este é o principal tipo de endividamento de 7,3% das famílias, logo atrás do financiamento de automóveis.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

As 13 cidades com mais veículos do Norte

Os dados são do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), e relativos a junho de 2014. Dentre as cidades da região Norte, a que possui a maior frota de veículos é Manaus (AM – foto), com quase 600 mil – cerca de 56% a mais que a 2ª colocada no ranking regional, Belém, com quase 385 mil veículos.
Abaixo, as 13 cidades com maior número de veículos (aí incluídos ônibus, motocicletas, caminhão, trator etc).

# 1º. Manaus (AM)

Frota: 599.563

# 2º. Belém (PA)

Frota: 384.754

# 3º. Porto Velho (RO)

Frota: 228.718

# 4º. Boa Vista (RR)

Frota: 150.727

# 5º. Palmas (TO)

Frota: 149.892

# 6º. Rio Branco (AC)

Frota: 143.641

# 7º. Macapá (AP)

Frota: 125.691

# 8º. Ananindeua (PA)

Frota: 105.219

# 9º. Araguaína (TO)

Frota: 91.951

# 10º. Marabá (PA)

Frota: 87.448

# 11º. Santarém (PA)

Frota: 77.236

# 12º. Ji-Paraná (RO)

Frota: 74.451

# 13º. Parauapebas (PA)

Frota: 61.371

sábado, 23 de agosto de 2014

As 12 cidades do Pará com pior saldo de emprego

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, com base no banco de dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), abaixo as 12 cidades paraenses com o melhor pior saldo de emprego (admitidos menos desligados) do Pará, no acumulado do ano (janeiro a julho de 2014).

# 1. Almeirim

Saldo negativo de: 707

# 2. Marituba

Saldo negativo de: 340

# 3. Santarém Novo

Saldo negativo de: 259

# 4. Marabá

Saldo negativo de: 258

# 5. Tucuruí

Saldo negativo de: 185

# 6. Ulianopolis

Saldo negativo de: 130

# 7. Breves

Saldo negativo de: 118

# 8. Itupiranga

Saldo negativo de: 99

# 9. Cumaru do Norte

Saldo negativo de: 59

# 10. Concordia do Pará

Saldo negativo de: 45

# 11. Floresta do Araguaia

Saldo negativo de: 44

# 12. Curuá

Saldo negativo de: 42
 
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